Quatro crianças morrem após Polícia de Orlando fracassar em resgate

ORLANDO – Um homem se suicidou depois de matar quatro crianças que manteve como reféns por mais de 20 horas durante uma negociação com autoridades em Orlando, na Flórida.

A Polícia respondeu por volta de 23h45 do domingo (10) ao chamado de uma mulher que disse ter apanhado do namorado. Ela conseguiu fugir do apartamento no condomínio Westbrook e correu até um restaurante para pedir ajuda.

Ao chegar na residência, que fica na área do parque da Universal, os policiais foram recebidos a tiros por Gary Wayne Lindsey Jr, que passou a manter quatro crianças como reféns. Elas teriam  1, 6, 10 e 11 anos, duas seriam filhas do suspeito.

Irayan Lopez, 12; Lillia Lopez, 10; Aiden Lindsey, 6; e Dove Lindsey, 22 meses

O homem de 35 anos, que estava em liberdade condicional, baleou um policial na cabeça. O agente passou por uma cirurgia e não corre risco de morte.

Em entrevista coletiva na tarde de segunda-feira (11), o chefe de polícia, John Mina, disse que estavam negociando,  junto com a com a Polícia de Táticas Especiais (SWAT) a liberação dos menores, mas não tinham pressa. “Minha maior preocupação é o bem estar das crianças”, afirmou aos jornalistas.

Lindsey estava em liberdade condicional e não podia portar armas

Segundo a equipe de resgate, o telefone de Lindsey estava com o sinal fraco dificultando a comunicação com as autoridades.  Por volta das 20h45, os policiais ofereceram um aparelho de celular para o suspeito e avistaram uma criança morta.

A Polícia decidiu, então, invadir o locar para salvar os outros reféns, mas todos já estavam mortos.

(Com Agências)