Brasileiros dão canceira, mas americano recupera título da Maratona da Disney para os EUA; Brasileira é campeã na categoria femenina

Giovana Martins e Hick Hilton comemoram vitória

ORLANDO – O americano Nick Hilton venceu a Maratona Mundial do Walt Disney World, em Orlando, na Flórida, neste domingo, 7, e retomou o pódio para os Estados Unidos, adiando o sonho de um brasileiro de alcançar o hepatacampeonato.

O principal rival de Hilton, 28, era o baiano Fredison Costa, 40, que vive em  Kissimmee. O maratonista foi o campeão da Walt Disney World nos quatro últimos anos e buscava a sétima vitória, mas abandonou a 25ª edição da prova antes de completar 26,2 milhas.

Costa passou mal pouco depois de completar 19 milhas após consumir um gel energético, segundo o Orlando Sentinental.  “É sempre bom ganhar, mas eu também sei quando não é o meu dia”, disse ao jornal.

Mesmo sem Costa no pário, o Brasil deu trabalho para Hilton, que concluiu a maratona  com 2 horas, 17 minutos e 52 segundos. O atleta teve que brigar com outros dois brasileiros durante a maior parte da prova: o cearence Vanilson Neves (2:20:25), que conquistou o segundo lugar, e o paranense Alisson Rocha Peres (2:24:01), que foi o quarto a cruzar a linha de chegada.

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Vanilson consquistou o vice-campeonato da Maratona Walt Disney pela segunda vez (Foto: Arquivo Pessoal/ Facebook)

 

Hilton recuperou a medalha de ouro para os EUA depois de quase duas décadas. O último americano a vencer a maratona mais famosa da Flórida foi Matthew Dobson em 2004.

Femenino

Mas o Brasil foi campeão na categoria femenina. A paulista Giovanna Martins, 35,  ganhou o terceiro título e quebrou o próprio recorde com 2 horas, 47 minutos e 22 segundos. A americana Jacki Hall, de Montana, foi a segunda colocada (2:49:48).

Giovanna é a primeira tricampeã da prova e acabou de superar problemas de sinusite e se recuperar de um tornozelo quebrado.

Em entrevista à imprensa local , Giovanna disse que o seu objetivo é mandar a mensagem para o Brasil de que o esporte é importante. “Eu venho de um país em que os esportivas não têm muito apoio”, desabafou.